QUEM SOMOS

Os anfitriões

Somos a Diana e o Igor e vivemos com o nosso cão Américo desde Dezembro 2020 no Monte do Almo. Somos praticantes da via de Buda, fazemos uma alimentação tendencialmente Macrobiótica e damos preferência à saúde natural.

Organizamos viagens de grupo não turísticas e peregrinações Budistas com a Macro Viagens, uma agência de turismo responsável exclusivamente vegetariana que criámos em 2017.

O Igor encontrou o Budismo em 2014 e estuda desde 2015 com B. Alan Wallace. Em 2016 fez o Cultivating Emotional Balance  Teachers Training (CEBTT). Recentemente também estuda com Drupon Lama Karma. Durante as viagens da Macro Viagens, o Igor dá sessões de meditação regularmente e elabora sobre tópicos relacionados com a meditação e treino da mente num contexto contemplativo.

A Diana é macrobiótica desde nascença e por isso estes princípios foram-lhe desde sempre familiares. Começou a estudar Saúde Natural com Prof. Kazuo Kon em 2011 e está actualmente no 3º ano do Curso de Macrobiótica no IMP. Apesar de ter tido o primeiro contacto com o Budismo na Tailândia, em 2009, só começou a praticar 10 anos depois com Khenpo Pema Wangdak. Também estuda com Lama Rinchen Gyaltsen.

Da cidade para o campo

Em 2017 mudamos de vida profissional: deixamos os nossos trabalhos convencionais, a Diana na área da comunicação e o Igor na engenharia civil, para nos dedicamos à Macro Viagens.

A partir daí, começamos a viajar cerca de metade do ano, a levar pessoas a conhecer outras realidades de forma mais realista e espiritual em países como a Índia, Nepal, Sri Lanka e Butão. 

Passado pouco tempo, percebemos que já não fazia sentido continuarmos a viver na cidade do Porto (ainda por cima vivíamos na baixa, mesmo no centro). 

Afinal, podemos trabalhar de qualquer parte do mundo quando não estamos em viagem.

Começámos então à procura de um espaço numa zona mais natural. Queríamos viver num lugar tranquilo, no campo, em contacto com a natureza. 

Encontrámos o Monte do Almo em Julho 2018. E depois de um sem número de aspectos burocráticos, logísticos e obras, mudámos finalmente para o Alentejo mais de 2 anos depois.

Como tudo começou

Ainda antes de nos mudarmos para o Alentejo, começou a surgir a ideia: “e se recebêssemos hóspedes em nossa casa, como nas homestays onde costumamos ficar na Ásia?”.

Com o intuito de criarmos um espaço onde quem viesse pudesse ter contacto com o estudo e prática do Budismo, com a alimentação Macrobiótica, com práticas de saúde natural, imersão na vida rural, na natureza, e… com um ambiente familiar e sereno, começamos a desenvolver este projecto.

Para quem não sabe, uma homestay é muito diferente de um alojamento turístico convencional, ou até mesmo de um Turismo Rural. Numa homestay há mais proximidade, os hóspedes fazem parte do dia-a-dia da família, são por norma lugares simples, mas acolhedores. É como ficar em casa de um amigo e partilhar dos seus hábitos e estilo de vida. Por isso mesmo, cada homestays é única.

Foi exatamente isso que quisemos recriar aqui no nosso “monti“. Receber em nossa casa pessoas interessadas numa vida mais significativa, partilhando o que sabemos sobre Budismo e Macrobiótica. Com o plus de estarmos num lugar que inspira à contemplação, ao contacto íntimo com a terra e ao ajustar aos ritmos da natureza.

Já agora, por curiosidade, a palavra “Almo” tem um significado muito bonito, mesmo em sintonia com a energia deste espaço:

Almo adj. 1 – Que cria; que alimenta. 2 – Bom. 3 – Benéfico. 4 – Venerável.

Foi assim que nasceu este nosso projecto, o Monte do Almo. Em Outubro 2021 abrimos (finalmente) as portas de nossa casa.

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