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	<title>Monte do Almo</title>
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	<description>Casa de Férias no Alentejo</description>
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	<title>Monte do Almo</title>
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		<title>Portugal Walking Festival Alentejo 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Chiu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 11:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caminhadas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
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					<description><![CDATA[O maior festival de caminhadas de Portugal é já Novembro O Portugal Walking Festival Alentejo é o maior festival de caminhadas de Portugal e acontece já no próximo mês. São 50 percursos pedestres, um pouco por todo o Alentejo, incluindo esta zona de Estremoz, Sousel, Avis, etc. O programa completo está disponível para consulta no [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">O maior festival de caminhadas de Portugal é já Novembro </h2>



<p>O Portugal Walking Festival Alentejo é o maior festival de caminhadas de Portugal e acontece já no próximo mês. São 50 percursos pedestres, um pouco por todo o Alentejo, incluindo esta zona de Estremoz, Sousel, Avis, etc. O programa completo está disponível para consulta no site&nbsp;<a href="http://www.portugalwalkingfestival.com/transalentejo2021/transalentejo2021_programa_global.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TransAlentejo Walking Festival&nbsp;</a>.</p>



<p>O Portugal Walking Festival Alentejo acontece nos quatro fins de semana de Novembro 2021, cobrindo todo o território do Alentejo, num total de 47 concelhos, Como são só 8 dias disponíveis, e de qualquer forma seria impossível fazer todas, várias caminhadas acontecem em simultâneo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Actividades completamente gratuitas</h3>



<p>A agenda das atividades está disponível no <a href="http://www.portugalwalkingfestival.com/transalentejo2021/transalentejo2021_programa_global.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Global</a>. É possível ver o nome do passeio, concelho onde se realiza, ponto de encontro e entidade que vai acompanhar. Normalmente a hora de encontro é sempre às 10:00.</p>



<p>Agora a  melhor parte: todos os passeios são gratuitos.</p>



<p>Para podermos saber as características de todos os Percursos Pedestres, existem os guias TransAlentejo (em Português, Inglês, Espanhol, Alemão e Francês) que estão disponíveis para download na página<a href="http://www.portugalwalkingfestival.com/transalentejo2021/transalentejo2021_passeios_pedestres.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Passeios Pedestres</a>.</p>



<p>Nós estamos a pensar em fazer alguns e ficar a conhecer melhor a região. Quem quiser, pode vir connosco.</p>



<p>Se precisarem de Alojamento,  já sabem que podemos receber na nossa <a href="https://montedoalmo.com/homestay/">homestay</a> até 6 pessoas. Se não, são bem-vindos na mesma.</p>
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		<title>Fazer uma alimentação vegan saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Chiu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 08:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável vegan]]></category>
		<category><![CDATA[Macrobiótica]]></category>
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					<description><![CDATA[Fazer uma alimentação vegan saudável, ou seja uma alimentação unicamente à base de produtos de origem vegetal, sem qualquer produto de origem animal (nem derivados), mas nutritiva e integral, pode não ser fácil. Especialmente para quem tem uma vida social convencional e activa. Mas com planeamento, organização &#8211; e bastante força de vontade -, é [&#8230;]]]></description>
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<p>Fazer uma alimentação vegan saudável, ou seja uma alimentação unicamente à base de produtos de origem vegetal, sem qualquer produto de origem animal (nem derivados), mas nutritiva e integral, pode não ser fácil. Especialmente para quem tem uma vida social convencional e activa. Mas com planeamento, organização &#8211; e bastante força de vontade -, é possível.</p>



<p>Se pensarmos bem, na nossa cultura tudo gira à volta da mesa: convívios com amigos ou família, negócios, trabalho,&#8230; Em resumo: beber e comer. Isso faz com que frequentemente se coma mal, com que as horas de deitar fiquem desreguladas e com que se gaste muitos recursos e dinheiro. Especialmente nas grandes cidades. Aqui no <a class="rank-math-link" href="https://www.montedoalmo.com/monte-do-almo">Monte do Almo</a>, mesmo que quiséssemos isso não é possível, é uma vida diferente, mais caseira e mais de acordo com os ritmos da natureza.</p>



<p>De qualquer forma, há sempre algumas escolhas que podemos fazer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8 dicas para uma alimentação vegan saudável em sociedade:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Levar comida de boa qualidade quando vamos a casa de alguém (assim comemos melhor e podemos dar a provar alternativas aos pratos convencionais);</li><li>Tentar marcar convívios em nossa casa (assim cozinhamos nós e sabemos o que comemos);</li><li>Marcar almoços em vez de jantares (para não destabilizar a rotina da hora de deitar e acordar);</li><li>Andar sempre com marmitas com comida caseira atrás (quando não é possível comer em casa);</li><li>Ter sempre sopa e cereais integrais integrais e leguminosas já preparados (duram até 5 dias no frigorifico);</li><li>Escolher restaurantes mais saudáveis (na App <a class="rank-math-link" href="https://www.happycow.net/" target="_blank" rel="noopener">Happy Cow</a>) é possível encontrar restaurantes vegetarianos, vegan e com opções e desses podemos selecionar os mais saudáveis);</li><li>O mais importante: planear. </li><li>E, claro, ter MUITA força de vontade.</li></ul>



<p>Basicamente é tudo é uma questão de hábito. Se no início pode ser complicado e trabalhoso conjugar uma alimentação vegan saudável com uma vida convencional em sociedade, rapidamente se torna uma rotina. E vale a pena: afinal somos aquilo que comemos.</p>
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		<title>Panadinhos de Tempeh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Chiu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[b12]]></category>
		<category><![CDATA[Macrobiótica]]></category>
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		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[tempeh]]></category>
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					<description><![CDATA[Só de pensar nestes panadinhos de Tempeh já fico com água na boca. É que o Tempeh primeiro estranha-se, mas depois entranha-se: tem um sabor que pode parecer demasiado intenso no início, mas se for um Tempeh de boa qualidade (como o do Sal’s Tempeh&#160;&#8211; que é artesanal e biológico &#8211; e o único que [&#8230;]]]></description>
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<p>Só de pensar nestes panadinhos de Tempeh já fico com água na boca. É que o Tempeh primeiro estranha-se, mas depois entranha-se: tem um sabor que pode parecer demasiado intenso no início, mas se for um Tempeh de boa qualidade (como o do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/salstempeh/?fref=mentions" target="_blank">Sal’s Tempeh</a>&nbsp;&#8211; que é artesanal e biológico &#8211; e o único que utilizamos porque é mesmo bom), é viciante.</p>



<p>O Tempeh é muito versátil, embora ainda seja bastante desconhecido. Pode ser grelhado, frito, estufado, panado, assado,&#8230; É um alimento fermentado, muito proteico e nutritivo, e um dos poucos alimentos de origem vegetal que contem vitamina B12. </p>



<p>Existe o Tempeh tradicional – de soja -, mas também é possível encontrar de outras variedades como o Tempeh de Grão-de-Bico e o Tempeh de Feijão Azuki. </p>



<p>Aqui no <a href="https://www.montedoalmo.com" data-type="URL" data-id="https://www.montedoalmo.com">Monte do Almo</a> costumo fazer Tempeh pelo menos uma vez por semana. Gosto mesmo muito!</p>



<p>Vamos à receita?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Receita de Panadinhos de Tempeh</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Ingredientes:</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>1 embalagem de Tempeh Sal’s (usamos de azuki, mas pode ser outro qualquer, gostamos particularmente do tradicional de soja)</li><li>Coentros</li><li>Shoyu</li><li>1 laranja</li><li>1 limão</li><li>4 dentes de alho</li><li>Gengibre</li><li>Farinha ou sémola de milho q.b.</li><li>Azeite q.b.</li><li>Geleia de Arroz q.b.</li></ul>



<p><em>Nota: privilegie sempre ingredientes biológicos, de preferência do comércio justo, da estação e do local onde está.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">Preparação:</h3>



<p>Cortar o Tempeh aos quadradinhos (ou tiras, como preferirem) e deixar a marinar com shoyu, alho picado, sumo de gengibre e sumo de laranja. Não deixar a marinar muito tempo porque o Tempeh absorve rápidamente os sabores e pode ficar muito salgado.</p>



<p>Aquecer&nbsp;uma sertã com azeite. Passar os quadradinhos de Tempeh por coentros e farinha ou sêmola de milho e fritar.</p>



<p>No final, regar o Tempeh com sumo de limão.</p>



<p>Servir com um pouco de geleia de arroz, numa taça à parte, acompanhados por um cereal integral e vegetais.</p>



<p>E&#8230; Itadakimasu!</p>



<p> </p>
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		<title>Empadão de Polenta e Tofu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Chiu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 07:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Empadão de Polenta e Tofu]]></category>
		<category><![CDATA[Macrobiótica]]></category>
		<category><![CDATA[Polenta]]></category>
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					<description><![CDATA[Este empadão de polenta e tofu é mesmo saboroso. É mais indicado para dias de festa, não convém abusar no dia-a-dia, mesmo sendo de origem vegetal. As comidas de forno, como este empadão de polenta e tofu, devem ser preferencialmente consumidas nas estações mais frias, aquecem e confortam. Mas confesso que me sabe bem também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este empadão de polenta e tofu é mesmo saboroso. É mais indicado para dias de festa, não convém abusar no dia-a-dia, mesmo sendo de origem vegetal.</p>



<p>As comidas de forno, como este empadão de polenta e tofu, devem ser preferencialmente consumidas nas estações mais frias, aquecem e confortam. Mas confesso que me sabe bem também no verão, até mesmo frio.</p>



<p>Esta proposta é uma adaptação de algumas receitas do livro da <a href="https://www.wook.pt/livro/o-livro-de-cozinha-da-marta-marta-horta-varatojo/16489769" class="rank-math-link" target="_blank" rel="noopener">Marta Horta Varatojo</a> com os ingredientes que tínhamos <a href="https://www.montedoalmo.com/monte-do-almo" class="rank-math-link">cá em casa </a>e calhou mesmo bem. É óptimo para, quando temos visitas: facilita muito deixar pré-feito no frigorífico e meia hora antes da refeição é só colocar no forno pré-aquecido e sai um empadão de polenta e tofu quentinho. Vamos à receita?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ingredientes para a base do Empadão de Polenta e Tofu:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>1 chávena de polenta</li><li>3 medida de água de boa qualidade (filtrada ou da nascente)</li><li>2 dentes de alho</li><li>Azeite q.b.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Preparação:</strong></h3>



<p>Num tacho em inox, dourar os dentes de alho picados num pouco de azeite. Juntar 1 chávena de polenta e envolver. Adicionar 3 chávenas de água.</p>



<p>Quando começar a fazer bolhinhas, reduzir para lume médio baixo.</p>



<p>Mexer continuamente com uma colher de pau por 12 / 15 minutos.</p>



<p>Dispor cerca de 3 cm de altura de polenta num pirex de ir ao forno, alisando a superfície com a ajuda de uma espátula.</p>



<p>Levar ao frigorífico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ingredientes para o recheio:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Legumes a gosto (neste caso usámos couve roxa partida)</li><li>1/2 cebola</li><li>150gr de tofu</li><li>Azeitonas verdes sem caroço às rodelas</li><li>1 embalagem de natas de arroz</li><li>1 cebola</li><li>Orégãos secos q.b.</li><li>Pimenta preta em pó q.b.</li><li>Curcuma em pó q.b.</li><li>Shoyu a gosto</li><li>Coentros frescos</li><li>Azeite q.b.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Preparação:</strong></h3>



<p>Num tacho em inox escaldar os legumes cortados em juliana alguns minutos. Escorrer a água e reservar.</p>



<p>Embrulhar o tofu num pano branco em algodão (ex. fralda de pano) e espremer para sair o excesso de água.</p>



<p>Desfazer o tofu com as mãos e colocar num recipiente em vidro ou louça.</p>



<p>Temperar com shoyu, curcuma, orégãos e pimenta preta. Reservar.</p>



<p>Numa sertã de boa qualidade, colocar 1/2 cebola picada e azeite. Dourar a cebola em lume médio e adicionar a mistura com o tofu. Baixar o lume e deixar cozinhar com tampa (ou um prato por cima) durante 10 minutos Mexer de vez em quando.</p>



<p>Numa liquidificadora colocar as natas de arroz e os coentros frescos e triturar. Juntar ao tofu com as azeitonas, envolver bem e deixar cozinhar por mais 5 minutos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Preparação final do empadão:</strong></h2>



<p>Tirar o pirex com a polenta do frigorífico. Colocar uma generosa camada de legumes por cima da polenta.</p>



<p>No topo, espalhar a mistura de tofu com a ajuda de uma espátula, para ficar uniforme.</p>



<p>Levar ao forno a 180º, pré-aquecido, até dourar (cerca de 30 minutos, mas depende do forno).</p>



<p>Servir com vegetais. Uma salada crua de nabo e cenoura ralados, para cortar e ajudar o fígado, liga muito bem.</p>



<p>E e empadão de polenta e tofu está pronto. Itadakimasu!</p>
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		<title>Creme de Beterraba e Agrião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Chiu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 06:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Agrião]]></category>
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		<category><![CDATA[Creme de Beterraba e Agrião]]></category>
		<category><![CDATA[Macrobiótica]]></category>
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					<description><![CDATA[Este é um delicioso creme de beterraba e agrião, que conforta e que tem uma cor tão bonita. O agrião é óptimo para descongestionar as vias respiratórias e limpar o fígado. E a beterraba é fonte de vitamina A. São dois alimentos tão diferentes um do outro (um mais yang, dentro da terra, e o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este é um delicioso creme de beterraba e agrião, que conforta e que tem uma cor tão bonita. O agrião é óptimo para descongestionar as vias respiratórias e limpar o fígado. E a beterraba é fonte de vitamina A. São dois alimentos tão diferentes um do outro (um mais yang, dentro da terra, e o outro mais yin), que se equilibram e complementam. Vamos à receita? </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ingredientes para o Creme de Beterraba e Agrião:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>1 cebola média</li><li>1 beterraba grande (ou 2 pequenas) com rama</li><li>4 cenouras</li><li>2 curgetes pequenas (ou 2 tigelas com pedaços de abóbora hokkaido)</li><li>1 molho de agriões</li><li>Sal marinho grosso q.b.</li><li>Azeite q.b.</li><li>Água de boa qualidade (filtrada ou da nascente)</li></ul>



<p><em>Nota: privilegie sempre ingredientes biológicos, de preferência do comércio justo, da estação e do local onde está.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Preparação:</strong></h3>



<p>Preparar todos os legumes (excepto o agrião): cortar em pedaços médios e ralar a beterraba. Colocar num tacho em inox com água um pouco a baixo do limite dos legumes e levar ao lume, na temperatura máxima, de tampa sempre fechada, até ferver. </p>



<p>Quando a sopa ferver, adicionar sal, tapar novamente, reduzir o lume para o mínimo e deixar cozinhar cerca de 25 minutos.</p>



<p>Passar a sopa com a varinha mágica e ajustar a água se estiver demasiado grossa.</p>



<p>Adicionar os agriões e levar ao lume novamente, até ferver.</p>



<p>Desligar o fogão e servir.</p>



<p>E, temos o nosso creme de beterraba e agrião ponto. Itadakimasu!</p>



<p><strong>Notas</strong>: Em vez do agrião, liga muito bem coentros. A cenoura não se deve descascar pois não tem casca: raspa-se com uma faca ou escova-se com uma escova de vegetais. O azeite que costumamos usar é o <a href="http://www.quintadoromeu.com/index.php?p=paginas&amp;op=azeite" class="rank-math-link" target="_blank" rel="noopener">Azeite Romeu</a>, que é nacional e biológico, engarrafado em garrafa de vidro escuro e tem menos de 0,2% de acidez. Costumamos ter este maravilhoso azeite à venda na <a href="https://www.montedoalmo.com/loja-do-almo" class="rank-math-link">Loja do Almo</a>.</p>
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		<title>O fascinante e misterioso Cromeleque dos Almendres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Chiu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2020 18:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Visitar]]></category>
		<category><![CDATA[Alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[Cromeleque dos Almendres]]></category>
		<category><![CDATA[Évora]]></category>
		<category><![CDATA[Menir dos Almendres]]></category>
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					<description><![CDATA[O Cromeleque dos Almendres é um circulo de pedras megalíticas pré-históricas com 94 menires que, pelo menos a mim, faz regressar à infância, às histórias do Obélix e Astérix. E viajar cerca de 7.000 anos, tentando imaginar como viviam as pessoas dessa altura. Mas, mais difícil do que isso, imaginar o que pensavam e como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Cromeleque dos Almendres é um circulo de pedras megalíticas pré-históricas com 94 menires que, pelo menos a mim, faz regressar à infância, às histórias do Obélix e Astérix. E viajar cerca de 7.000 anos, tentando imaginar como viviam as pessoas dessa altura. Mas, mais difícil do que isso, imaginar o que pensavam e como se relacionavam com a natureza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Culto à fertilização das terras</h2>



<p>O Cromeleque dos Almendres, na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, em Évora, é sem dúvida um lugar especial especial. Só foi descoberto em 1964 pelo investigador Henrique Leonor Pina, mas é um dos mais importantes monumentos megalíticos do mundo (e o mais importante da Península Ibérica).</p>



<p>Ainda que a sua função não seja precisa, acredita-se que estes povos &#8220;fecundaram&#8221; o ventre terreno com falos em pedra, como forma de culto à fertilização das terras para lavoura.</p>



<p>É que foi há aproximadamente sete mil anos atrás, no Neolítico, que os povos foram criando raízes na região da Península Ibérica. Deixaram de seguir as migrações sazonais da caça (como caçadores-recolectores) e assentaram, cultivando terras, criando e domesticando animais  (passando a agricultores e pastores). Assim, foram-se fixando e começaram então a surgir tradições e costumes próprios de cada região. </p>



<p>Também se considera que este tipo de monumento está relacionado com rituais pagãos ligados à celebração da passagem do tempo, nomeadamente à mudança das estações do ano.</p>



<p>Mas o que pensavam as pessoas dessa altura, é muito difícil saber&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Localização do Cromeleque dos Almendres</h2>



<p>Do Cromeleque dos Almendres restaram 94 monólitos de pedra, alinhados em forma de elipse, com diferentes tamanhos e formatos, erguidos na descida de uma colina, para nascente, com uma orientação central para o equinócio. As pedras têm inscrições geométricas e simbólicas que se podem ver consoante a luz do sol. </p>



<p>A cerca de 3km, por um caminho de terra batida, situa-se uma pedra maior e isolada, o Menir dos Almendres. Um solitário monólito que considera-se ter uma associação ao cromeleque. </p>



<p>A localização do Cromeleque dos Almendres&nbsp;foi escolhida em função da rede hidrográfica. Mas também tendo em conta fenómenos astronómicos relacionados com a movimentação anual do Sol e da Lua.</p>



<p>Podem visitar o Cromeleque dos Almendres de forma independente (é gratuito) ou então podem fazer uma tour com um arqueólogo da região com a <a href="http://eboramegalithica.com/index.html" class="rank-math-link" target="_blank" rel="noopener">Ebora Megalithica Guided Tours</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Centro Interpretativo dos Almendres:</strong></h3>



<p>Próximo ao Cromeleque dos Almendres, existe o <a href="https://www.cialmendres.com/" class="rank-math-link" target="_blank" rel="noopener">Centro Interpretativo</a>. É um espaço de apoio turístico focado no património rural de Évora. &nbsp;Aqui podem saber mais informações sobre o Cromeleque dos Almendres (e sobre outros lugares de interesse) e aproveitar para comprar água, utilizar a casa-de-banho, o parque de merendas, etc.</p>



<p>Para chegar ao Centro Interpretativo dos Almendres e depois irem ao Cromeleque dos Almendres e ao Menir dos Almendres, podem usar as coordenadas GPS ​38.567801, -8.027456. Ou então, a partir de Évora, de carro ou bicicleta, seguir pela estrada nacional em direcção a Lisboa e após 8 km seguirem o desvio para a esquerda em direção a Guadalupe. A partir dai são 3 km até à aldeia de Guadalupe.</p>



<p>Se visitarem o Cromeleque dos Almendres, podem almoçar em Évora. O restaurante <a href="https://montedoalmo.com/restaurantes-vegetarianos-em-estremoz/" class="rank-math-link">Salsa Verde, o Panne &amp; Vinno ou as marmitas da Paula Telles Coelho</a> podem ser boas opções.</p>



<p></p>
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		<title>Restaurantes vegetarianos em Estremoz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Chiu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 21:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[Estremoz]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes Vegetarianos]]></category>
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					<description><![CDATA[Que restaurantes vegetarianos existem em Estremoz? Com muita pena nossa, não existem restaurantes vegetarianos em Estremoz (muito menos veganos). Mas existem alguns restaurantes que servem opções vegetarianas (e até veganas). Mas cuidado, esta zona do Alentejo é muito tradicional, por vezes uma simples sopa de legumes pode ter banha de porco (!!!) ou manteiga no [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Que restaurantes vegetarianos existem em Estremoz?</h2>



<p>Com muita pena nossa,  não existem restaurantes vegetarianos em Estremoz (muito menos veganos). Mas existem alguns restaurantes que servem opções vegetarianas (e até veganas). Mas cuidado, esta zona do Alentejo é muito tradicional, por vezes uma simples sopa de legumes pode ter banha de porco (!!!) ou manteiga no arroz. Fica o alerta, perguntem sempre os ingredientes todos.</p>



<p>Um dos restaurantes que tem mais opções é <a href="https://www.facebook.com/kimborestaurantecafe/" data-type="URL" data-id="https://www.facebook.com/kimborestaurantecafe/" target="_blank" rel="noopener">Kimbo</a>, com alguns pratos vegetarianos. No <a href="https://www.facebook.com/saboresdasmaltezas" target="_blank" rel="noopener">Sabores das Maltezas</a>, servem um hamburger vegan, uma seleção de patés e algumas sandwiches. </p>



<p>Existe ainda a Pizzaria Rivoli no Largo de Santa Catarina, com algumas pizzas vegetarianas e a <a href="http://merceariagadanha.pt/" data-type="URL" data-id="http://merceariagadanha.pt/" target="_blank" rel="noopener">Mercearia Gadanha</a>. Estas ultima opção, bem mais cara.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Happy Cow, sempre uma boa ajuda</h2>



<p>Outra alternativa, já que não existem restaurantes vegetarianos em Estremoz , pode ser percorrer alguns quilómetros &#8211; o que no Alentejo até se faz facilmente, com paisagens tão bonitas e estradas tão boas &#8211; e ir até outras localidades.</p>



<p>Isto porque nas cidades vizinhas de Évora e Portalegre (que ficam menos de uma hora de Estremoz), já existe mais oferta. Ou então, a solução pode ser dar um passeio maior até Montemor-o-Novo ou até Beja.</p>



<p>Na Aldeia Vale de Maceiras, a cerca de 20 minutos, há o Goez Sushi que a pedido faz sushi vegan ou vegetariano (o melhor que já comemos).</p>



<p>Com a ajuda da aplicação <a class="rank-math-link" href="https://www.happycow.net/" target="_blank" rel="noopener">Happy Cow</a>, descobrimos o <a class="rank-math-link" href="https://www.facebook.com/Hokkaido-Cafetaria-368687677193251" target="_blank" rel="noopener">Hokkaido</a>, um Macrobiótico que fica em Portalegre, o <a class="rank-math-link" href="https://www.facebook.com/saboresdocampo.vegetariano" target="_blank" rel="noopener">Sabores do Campo</a> em Beja e o <a class="rank-math-link" href="https://www.facebook.com/salsaverde.vegetariano" target="_blank" rel="noopener">Salsa Verde</a> em Évora. Enquanto o <a class="rank-math-link" href="https://www.montedoalmo.com">Monte do Almo</a> esteve em obras e não tínhamos cozinha, foi o que nos salvou.</p>



<p>Nessas cidades existem também alguns restaurantes convencionais que servem boas alternativas de base vegetal, como é o caso do <a href="https://www.facebook.com/pane.vino.33" target="_blank" rel="noopener">Panne &amp; Vinno</a> em Évora, que tem uma carta inteira italiana com opções vegetarianas e veganas. E ainda a <a href="https://www.facebook.com/freixodomeio" target="_blank" rel="noopener">Herdade do Freixo do Meio</a> em Montemor-o-Novo, que tem uma cantina onde servem almoços com opção vegetariana (já visitámos a cooperativa, mas ainda não almoçamos lá).</p>



<p>Outras cidades onde pode ser possível encontrar mais alternativas são Elvas e Badajoz (em Espanha). Mas nós ainda não explorámos os restaurantes destas zonas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E que tal um piquenique?</h2>



<p>Outro programa giro, é fazer um piquenique. </p>



<p>No Monte do Almo, por pedido, podemos preparar um piquenique vegan com comida macrobiótica, bebidas e toda a logística (cesto, manta, toalha, pratos, talheres, copos, etc) incluídos. Um piquenique lixo zero, claro, sem descartáveis.</p>



<p>Quando está bom tempo, sabe mesmo bem comer ao ar livre. E logo no Alentejo onde existem tantos locais bonitos onde podemos estender a toalha e comer em comunhão com a natureza.</p>



<p>Mesmo não existindo muitas alternativas, e nada de restaurantes vegetarianos em Estremoz, é sempre possível comer de forma mais compassiva fora de casa, mesmo nesta zona mais tradicional do Alentejo, se aproveitarmos para passear.</p>



<p>Já agora, sugerem outras opções nestas zonas? Deixem sugestões nos comentários.</p>
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